segunda-feira, 20 de maio de 2013

Projecto Oficina das Artes


PROJECTO 3º PERÍODO OFA



Palavras-Chave:

- Não deixar ver

- Proteger

- Cobrir

- Tapar

- Esconder

- Não mostrar

- Embrulhar

- Entrelaçar

- Camuflar



Materiais a Utilizar:

- Pano

- Corda

- Tinta

- Vegetação

- Outros ainda a escolher



Ideia Principal para o Objecto a Realizar:

Manto que nos cobre. Para quê? Ligação com o texto escrito sobre a obra “Man Pray, Enigma of Isidore Ducasse”:

“Protege-te, contra tudo e contra todos. Não deixes que cheguem a ti. Não deixes que te estraguem, que destruam o que és e no que te tornaste. Protege-te do que te rodeia, desta sociedade que te consome e dá cabo de ti. Entrega-te aos outros e acolhe-os, mas não deixes que se cheguem demasiado a ti. Mostra a tua essência, a tua forma, mas nunca te esqueças de te proteger.”

Alusão a uma necessidade de protecção e de camuflagem contra tudo e todos, contra uma sociedade que nos consome, contra um sentimento de ansiedade, contra a passagem tão repentina do tempo, contra quem nos quer fazer mal.

“PRESOS À VIDA E HÁ VIDA EXTERNA A NÓS”

Assim, pretendo, através de várias acções e de vários movimentos (com ou sem o manto),  expressar a grande necessidade que sinto de me sentir protegida e disfarçada. Mostrar um pouco da minha personalidade, sem nunca me revelar por completo. Porque afinal quanto mais nos escondemos, mais somos questionados e alvos de curiosidade.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Curta-Metragem: Guião


Trabalho de Oficina Multimédia B:
Curta-Metragem
“Uma Esplanada sobre o Mar”

Grupo: Teresa Fonseca & Marta Costa;
Início: 19.04.2013

    Guião:

Nº Plano
Tipo de plano
Espaço Temporal e Físico
Diálogos
Som Directo
Efeitos Sonoros
Efeitos Visuais
Música
T.P
T.T
1
Geral
Tarde solarenga; Espaço aberto/paisagem em Ferreira do Zêzere.
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(consoante as condições envolventes)
Natureza:
-Vento;
- Movimento das folhas;
- Pássaros.
Slow Motion –
(não demasiado)
(a decidir)

1ªC
2
Inteiro
3
Geral
Rotação de 180º

Tarde solarenga; Espaço aberto/casa integrada na paisagem.
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(consoante as condições envolventes)               

                               
Narração + Natureza:
-Vento;
- Movimento das folhas;
- Pássaros;
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(a decidir)

4
Pormenor
(mãos)
Tarde solarenga; Espaço aberto/paisagem em Ferreira do Zêzere.
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(consoante as condições envolventes)
Narração + Natureza:
-Vento;
- Movimento das folhas;
- Pássaros;

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(a decidir)

5
Pormenor
(folha de árvore)
Jardim Zoológico
“É necessário valorizar o que temos…”; “Não subestimes a nossa realidade”; Risos da rapariga
(consoante as condições envolventes)
Narração sobre o valor da vida
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(a decidir)

2ªC
6
Inteiro
Espaço exterior, com vegetação e piscina
(“Parabéns!”)
(Não há)
Narração: "O que temos hoje podemos não ter amanhã, aproveita a vida simplesmente porque sim, confia nela. Fotografa-te nela e desenha os teus defeitos para que possam ser apagados ou pelo menos, esbatidos. É necessário valorizar o que temos hoje... Pois o amanhã é imprevisível e não deve ser desculpa para sobrevalorizar tudo o que existe, nos rodeia e nos faz ser quem somos”.
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(a decidir)

3ªC
7
Sequência de um plano Geral para Grande Plano
Espaço exterior, com ligação à barragem
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(Não há)
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(a decidir)

4ªC
8
Pormenor (cara da rapariga)
Espaço com abertura ao céu
"Devias vir ver-me a cantar (pausa) Mas ver-me, com vontade e entusiasmo de viver!"
(Não há)
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(a decidir)

5ªC
9
Americano
Espaço exterior, com atmosfera algo obscura
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Tremores, desespero, ansiedade.
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(a decidir)

10
Pormenor ao telemóvel, com SMS
Espaço exterior, com atmosfera algo obscura
*Morada*
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(a decidir)

11
Sequência de um Plano Inteiro para Grande Plano
Alternância de cenários
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(Não há)
Tremores, desespero, ansiedade.

"A imprevisibilidade da vida, devia-nos fazer tomar conta dela, e nunca desperdiçá-la."

Som agudo e prolongado no final da cena
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Música de suspense.

5ªC
12
Geral
Espaço Interior, quarto
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(Não há)
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(a decidir)

6ªC
13
Sequência de um Grande Plano
Espaço interior

(Não há)
“Imagino-a sozinha, sentada, a ver a paisagem, relembrando-se de mim, relembrando-se de nós, desejando que eu ali aparecesse, para ela e com ela… Amor, quantas vezes te avisei sobre a vida? Abanões que nos abalam e mudam a nossa maneira de pensar, de agir. Não fiques aí..parada, especada, a olhar ou procurar algo que no fundo, sabes que já não existe... A vida molda-nos e esculpe-nos à maneira dela, por isso cabe-te a ti, seres quem és e explorares a aproveitares de verdade as maravilhas que te rodeiam. Ver-te assim..perturbada, deitada, imóvel e estática, assusta-me, provoca-me ansiedade. Pára de chorar e levanta-te, vive por mim, por nós! Desfruta dos momentos, das paisagens, da arte, de tudo o que puderes. Porque não estás a reagir ao que te digo?! Fazemos assim, depois contas-me tudo. Sei que o que sentes te assusta e deixa saudades, mas a força que existe em ti supera-te a ti e à complexidade da vida, cujo teu maior objectivo por agora, não é vivê-la, mas sobreviver-lhe. Sente, experimenta, expressa, toca, cheira, olha, vê e ama. Reage! Agora! Por favor"
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(a decidir)

7ªC
14
Geral
Tarde solarenga; Espaço aberto/paisagem em Ferreira do Zêzere.
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(consoante as condições envolventes)
Natureza:
-Vento;
- Movimento das folhas;
- Pássaros.

"O que mais simples é, melhor se torna..."

(a decidir)

8ªC

15
Pormenor a uma flor