sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Relatório Postais Natal

Oficina Multimédia B:
Postais de Natal
 
       Durante uma aula de Oficina Multimédia B, tendo em mente também a aula de Oficina das Artes, surgiu a ideia de fazermos postais de Natal. Assim, utilizando o programa FreeHand e algumas imagens pré-escolhidas pela professora (sendo também possível fazer-se as nossas próprias imagens) foi este o resultado!




Feliz Natal!

Relatório Vira Casacas

Oficina Multimédia B:
Vira Casacas

         
         











          Durante uma das aulas de Oficina Multimédia B, foi-nos pedido um trabalho a Photoshop, partindo de uma imagem dada pela professora. Tínhamos de a transformar todos de maneira igual e posteriormente adicionar texto (Vira Casacas). Este foi o resultado:




quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Relatório do Teste Oficina Multimédia B

Relatório do Teste de Oficina Multimédia B:
Exposição dos Nossos Trabalhos 

Apresento aqui o teste realizado nos dias 23 e 30 de Novembro na disciplina de Oficina Multimédia B. O teste consistia em mostrar a nossa aprendizagem a nível do programa Photoshop, (mostrando as várias funcionalidades, técnicas, opções, posições, aspectos) programa esse leccionado durante as aulas anteriores ao teste. 

Neste trabalho tínhamos de incorporar alguns dos nossos trabalhos, tanto desta disciplina como da de Oficina das Artes, juntando alguns toques pessoais e nunca esquecendo o sentido estético da imagem.  
 
Para tal, utilizei tantos os trabalhos já expostos aqui no blog, como imagens que encontrei na internet:

Assim, aqui deixo o meu trabalho (teste)!



Fiquei bastante contente com o resultado final, pois penso que este revela tanto a minha pessoa como o meu gosto artístico. Gostei bastante de aprender a trabalhar com esta programa informático e continuarei, sem dúvida, a desenvolver a minha técnica de trabalho no mesmo!

Relatório Escultura

Relatório Final do Trabalho de Oficina das Artes:
Escultura

            É-nos apresentado o segundo trabalho para a disciplina de Oficina das Artes: fazer uma escultura.
O tema desta escultura é A Cabeça. Tanto podíamos fazer uma máscara, como um busto, ou até uma pequena estátua (figura).
O material é à escolha, sendo-nos dadas as sugestões de gesso cerâmico, papel de jornal, pasta de papel ou até uma mistura de vários. Assim, dadas estas várias ideias, optei pelo papel de jornal, com cola branca.
 O começo deste trabalho pareceu simples. Fui começando a molhar folhas de jornal em cola branca diluída com água, fui cortando várias tiras de papel, juntando tudo até começar a aparecer uma bola, consistente, de jornal. 
 
A partir desta tal bola, fui juntando mais jornal, mas desta vez já com o cuidado de começar a dar a forma de uma cabeça humana. Fui tendo sempre atenção a este aspecto e com cuidado, avançava no trabalho.

Cheguei então ao primeiro problema: o suporte da mesma. Já tinha um pequeno pescoço moldado quando vi que era necessário dar-lhe a forma de uns ombros, para que esta se mantivesse em pé. Fiz então os ombros, desta vez em cartão e corda, para prender ao resto da escultura.

É então que se dá o verdadeiro problema: dar a forma real e aperfeiçoada de uma cabeça, mantendo a minha expressividade. Começo, com a ajuda da professora e de um x-acto, a dar a forma da nuca, das maçãs do rosto, da linha do maxilar dos ombros e até que chego à forma da cara: a boca, o nariz e os olhos. Aqui tenho grandes dificuldades e foi realmente a parte em que precisei de mais ajuda. Com uma pasta parecida a pasta de papel, (à mesma pequenos recortes de jornal envoltos em cola branca aguada) é mais fácil dar-se as tais feições e é esta a técnica que se encontra apresentada no busto.


Com tudo isto, o que é que a minha escultura me diz? Mostra uma expressão de grande serenidade, um olhar vago, como uma pessoa que olha para o seu futuro, de certa forma expectante, de certa forma sonhadora, à espera de grandes recompensas e felicidades. Mostra uma pessoa real, uma pessoa comum.

Com este trabalho aprendi a forma de conseguir transmitir as várias emoções, várias expressões e qual a melhor forma de tomar partido dos materiais que nos são fornecidos. Deu para perceber também que através de um pedido tão simples da professora (o de fazer uma escultura de uma cabeça), podem sair dezenas de diferentes ideias, todas com o seu potencial e a sua qualidade.
 Hoje não me sinto totalmente contente e feliz com o resultado final, mas sinto que foi mais um capítulo passado e terminado, com algumas alegrias, algumas tristezas e sem dúvida alguma satisfação!

Relatório Transfiguração

Relatório Final do Trabalho de Oficina das Artes:
“Transfiguração”

Somos apresentados ao primeiro trabalho de Oficina das Artes, que se intitula “Transfiguração”.

Partindo de uma fotografia minha, impressa em folha A4, a preto e branco, é pedido para que com os mais variados e escolhidos materiais, se transforme a tal fotografia numa imagem que mostre a nossa pessoa e o nosso estado de espírito e técnicas preferidas. Como tal, com as mais variadas técnicas, devemos usar a nossa criatividade para transformar as tais fotografias.
O grande objectivo deste trabalho não era encontrar a perfeição nem decorar as nossas fotografias nem fazer um trabalho muito bonito, mas sim experimentar e criar através dos materiais e técnicas. Foi-nos pedido cerca de 12 trabalhos, sendo que destes 12, 6 eram escolhidos e considerados como bons trabalhos.

Usei assim as mais variadas técnicas: comecei por utilizar lenços de papel com cola branca e tinta de vitral e fui fazendo uns relevos e pintando em sítios irrelevantes, sem nunca ter em mente a decoração.

Depois parti para a técnica do dripping, que consiste em mandar pingos de tinta para a folha, “ao calhas”, dando um efeito bastante interessante e simples; numa das versões deixei exactamente como acabou e noutra passei água, para ver a tinta a escorrer sobre a fotografia.
 
De seguida vieram duas versões bastante simples: com um spray de neve para vidros, coloquei uma risca em frente aos olhos; noutro queimei dois dos cantos da folha e colei com papel autocolante vermelho uma risca na diagonal.

Os quatro seguintes foram feitos com a ajuda do mesmo papel autocolante colorido: no primeiro uso outra fotografia e vários quadrados coloridos para fazer uma espécie de sobreposição sobre a folha de base; no segundo retirei da folha base a boca, os olhos e o nariz, colei-os em variados lugares e acrescentei em sítios específicos os quadrados coloridos; no terceiro, utilizando à mesma os quadrados coloridos e outra fotografia recortada, fiz uma sobreposição dos mesmos; por fim, no quarto trabalho, usando apenas quadrados pretos, fiz uma espécie da malha ou fundo, onde, colando numa folha branca e entrelaçando com os recortes da fotografia, fui fazendo uma estrutura.

 Numa onda mais pop-art, do género de Andy Warhol, fiz dois trabalhos: no primeiro, com várias tintas de cores fortes dividi a cara em partes e pintei-as com respectiva cor; no outro, usando apenas a tinta de vitral azul forte (uma tinta bastante líquida) pintei toda a folha, sendo que a tinta fica parcialmente transparente e é possível verem-se as feições.
 
 Na penúltima experiência, utilizei fios de plástico, daqueles que se podem usar para fazer porta-chaves e esse género de coisas, e furando a fotografia, fui passando o fio de modo a criar uma malha; no fim, adicionei com caneta de feltro alguma cor.

Por fim, a última experiência resultou de colocar em metade da fotografia (dobrando a folha ao meio) tinta de várias cores, dobrar a folha e pressionar; quando se volta a abrir temos as várias cores misturadas, num efeito bastante curioso. Com a tinta ainda a secar, colei à imagem bolas de silicone, do género das que vêm nas malas novas.

       Dado por concluído este trabalho, reflicto que este me ajudou bastante a libertar-me e a ser mais espontânea e segura das minhas acções. Espero continuar neste modo de trabalho, visto que é totalmente diferente do que estou habituada, mas é esta mudança que me faz crescer como artista!

domingo, 21 de outubro de 2012

Relatório Sou/Pareço/Quero

Relatório Final do Trabalho de Oficina Multimédia B:
Sou/Pareço/Quero

No dia 18 de Setembro foi apresentado à turma o primeiro trabalho de Oficina Multimédia: um trabalho fotográfico, sobre a nossa identidade, com três vertentes/temas: "sou", "pareço" e "quero".
À primeira vista, pareceu-me um trabalho complicado, mas pensei que ao fim de uma ou outra ideia estaria pensado e concluído. No entanto, quanto mais pensava e mais tentava idealizar, mais complexo se tornou. Cheguei à conclusão de que não tinha a certeza de quem era, do que parecia, nem do que queria. A 1ª semana de trabalho foi assim dedicada à idealização do trabalho.
Depois, já na escola, a professora deu uma aula de esclarecimento sobre como trabalhar com a máquina fotográfica e assim, eu já com uns colegas, experimentámos vários modos e opções da máquina fotográfica, utilizámos efeitos de luz, baixa velocidade, movimento, mais ou menos abertura do diafragma, e aí começou a vir o entusiasmo de experimentar. Fui à janela do quarto e tirei as primeiras experiências fotográficas aos automóveis e luzes da cidade, com baixa velocidade, (de maneira a apanhar apenas as luzes, o rasto de luz que os automóveis fazem com os faróis) numa sexta-feira à noite.
Saltando agora uma parte da história de como cheguei a estas fotografias finais, tive vários problemas com esta questão de me encontrar. Numa das aulas tive uma conversa com a professor, onde me disse que eu precisava de experimentar mais, de me soltar, libertar-me, experimentar, experimentar! Tentei seguir este rumo, e pensando que que tinha acertado e me tinha conseguido expressar bem, mostrei os resultados finais. Tive uma longa conversa com a professora, onde me tentou conhecer melhor e fazer-me ver que o rumo e abordagem que estava a tomar não eram os mais correctos, que não era bem visível o meu ponto de vista. Vi-me bastante atrapalhada com estas conclusões, tentei seguir outra rota e finalmente consegui que a minha visão fosse exposta. Consegui assim encontrar os meus três temas:


"SOU"
“SOU”
Para transmitir quem/o que SOU pensei automaticamente nas palavras calma, paz, tranquilidade, natureza. São realmente palavras com as quais me identifico. Assim, escolhi um local - em Telheiras – que juntasse a natureza, mas também algum aspecto exterior ao “natural”. Sentei-me numa posição de relaxamento, do tipo de yoga e tentei que transparecesse a meditação e calma do momento. Ao mesmo tempo que transpareço como é a minha mente, (calma, tranquila) com o fundo também quero mostrar uma certa rigidez, verticalidade e postura de trabalho que por vezes me impede de me expressar por querer sempre a maior perfeição e harmonia, sem falhas. Mas este fundo aparece desfocado, de maneira a mostra que eu sim, sou o primeiro plano e que não vou deixar que esta minha postura mude quem sou.


“PAREÇO”
"PAREÇO"
A fotografia tirada para o tema PAREÇO foi conseguida através de várias experiências em modo fotográfico de baixa velocidade, grande proximidade à lente e baixa exposição de luz. A imagem é conseguida pelo uso de uma lanterna de luz branca e ponto de luz branco intermitente. Pretendo mostrar que por vezes tento passar despercebida, como que sem rumo, tentando misturar-me com os outros, por vezes até como um fantasma que ninguém vê. Mas à medida que me tentam conhecer, também eu me dou a conhecer, mostrando o meu verdadeiro “eu”, com toda a nitidez e tudo o que tenho a dar. Mostro as minhas verdadeira cores e luz.


"QUERO"
“QUERO”
Este foi sem dúvida o tema que me causou mais dúvida. Automaticamente, quando penso no que quero, penso no futuro, penso no que pretendo alcançar com as minhas acções. Após muito me debater com este assunto, cheguei à conclusão de que quero conseguir expressar-me melhor, ser mais livre, “ter asas para voar para longe”, para onde o futuro me levar. Tal como a água que agora está aos meus pés percorre um longo caminho até chegar onde está agora e está sempre em movimento, também eu quero conseguir percorrer o meu caminho, que no fundo é a vida. Por vezes acidentada, a grande maioria espero que feliz, com altos e baixos, até chegar à recta final.

Hoje, dia 21 de Outubro, dou por concluída a minha mais recente busca ao meu interior e consigo finalmente (após grande esforço e dedicação) dizer que me identifico e defino com o que aqui apresento.